Mascote em pleno século XXI? Mesmo com a era digital, os mascotes mantém a afinidade com seu público

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Filament.io 0 Flares ×

Influenciadores digitais, celebridades e demais personalidades são ligados às marcas nos dias de hoje, mas os mascotes nos trazem a lembrança e um carinho pela marca e, por isso, muitas empresas os mantém.

 

Urso polar da Coca-Cola, Toddynho e o tigre Tony, da Kellogg’s, são alguns dos exemplos que mantém viva a relação “marca e público” e é perceptível a mudança – visual e contextual – que eles tiveram do início até os dias de hoje, justamente para acompanhar todo esse progresso da comunicação.

 

Um exemplo clássico de como a propaganda se reinventa e se adapta com o mascote é o caso do Friozinho da Pernambucanas:

 1962“Não adianta bater, eu não deixo você entrar! As Casas Pernambucanas é que vão aquecer o meu lar!”

2018“Oi, sumido! Hoje eu vou deixar você entrar, viu? Acabei de voltar das Pernambucanas mesmo, estou bem protegida.”

 

Criar um mascote não é tão simples assim. Ele tem a responsabilidade de representar a marca não somente no visual, como na causa que ela luta e representa. O urso da Coca mostrou bem isso ao mostrar diversidade na realidade aumentada se juntando com outros ursos de vários lugares do planeta.

Diversidade Ursos Coca Cola 

E por aí? Sua empresa tem mascote ou já pensaram em criar um? Esse pode ser um ótimo canal entre a marca e seu público. 

 

 

Fonte: Propmark Propmark